Em Take 3, sua sétima individual na Vermelho, Chiara Banfi apresenta dois novos desdobramentos de sua pesquisa em torno do som, da música e de meios de reprodução musical. Banfi cria objetos a partir da materialidade, das simbologias e das culturas presentes em instrumentos e partituras musicais.
Em Elza, discos de vinil prensados com resíduos de vinis e polímeros coloridos criam 100 discos-pintura únicos, que trazem uma gravação inédita de Elza Soares -cantando Aquarela do Brasil (1939) de Ary Barroso. Em 2012, Elza gravou três takes da música para o disco Sonzeira – Brasil Bam Bam Bam, dos produtores Gilles Peterson e Kassin. A gravação que Banfi escolhe para a obra é a “take 3” dessa sessão, que, para os produtores, era emocional demais para ser usada no projeto.
Desde o início de sua carreira, Chiara Banfi explora estruturas sonoras, articulando desde músicas populares a sons extraídos da natureza. Hoje sua pesquisa inclui instrumentos musicais, seus componentes, discos de vinil e seus invólucros. Para a artista, esses objetos sempre foram alvo de admiração e desejo.
Em Cases (2022) Banfi constrói objetos que preveem o acondicionamento, transporte e proteção para um único disco de vinil. No entanto, só há ali a memória desses objetos e suas diferente possibilidades sonoras, dadas por materiais e cores que sugerem ritmos diferentes para cada obra.
Em Take 3, sua sétima individual na Vermelho, Chiara Banfi apresenta dois novos desdobramentos de sua pesquisa em torno do som, da música e de meios de reprodução musical. Banfi cria objetos a partir da materialidade, das simbologias e das culturas presentes em instrumentos e partituras musicais.
Em Elza, discos de vinil prensados com resíduos de vinis e polímeros coloridos criam 100 discos-pintura únicos, que trazem uma gravação inédita de Elza Soares -cantando Aquarela do Brasil (1939) de Ary Barroso. Em 2012, Elza gravou três takes da música para o disco Sonzeira – Brasil Bam Bam Bam, dos produtores Gilles Peterson e Kassin. A gravação que Banfi escolhe para a obra é a “take 3” dessa sessão, que, para os produtores, era emocional demais para ser usada no projeto.
Desde o início de sua carreira, Chiara Banfi explora estruturas sonoras, articulando desde músicas populares a sons extraídos da natureza. Hoje sua pesquisa inclui instrumentos musicais, seus componentes, discos de vinil e seus invólucros. Para a artista, esses objetos sempre foram alvo de admiração e desejo.
Em Cases (2022) Banfi constrói objetos que preveem o acondicionamento, transporte e proteção para um único disco de vinil. No entanto, só há ali a memória desses objetos e suas diferente possibilidades sonoras, dadas por materiais e cores que sugerem ritmos diferentes para cada obra.
129 x 80 x 9 cm aberto / 69 x 80 x 13 cm fechado
Pelúcia, mdf, isopor e tecido polipropileno.
Foto Filipe Berndt [:pt]Em Cases (2022) Banfi constrói objetos que preveem o acondicionamento, transporte e proteção para um único disco de vinil. No entanto, só há ali a memória desses objetos e suas diferente possibilidades sonoras, dadas por materiais e cores que sugerem ritmos diferentes para cada obra.[:en]In Cases (2022) Banfi builds objects that provide packaging, transport and protection for a single vinyl record. However, there is only the memory of these objects and their different sound possibilities given by materials and colors suggesting different rhythms for each work.[:]Pelúcia, mdf, isopor e tecido polipropileno.
Foto VermelhoEm Cases (2022) Banfi constrói objetos que preveem o acondicionamento, transporte e proteção para um único disco de vinil.
No entanto, só há ali a memória desses objetos e suas diferente possibilidades sonoras, dadas por materiais e cores que sugerem ritmos diferentes para cada obra.
129 x 80 x 9 cm aberto / 69 x 80 x 13 cm fechado
Pelúcia, mdf, isopor e tecido polipropileno.
Foto VermelhoEm Cases (2022) Banfi constrói objetos que preveem o acondicionamento, transporte e proteção para um único disco de vinil.
No entanto, só há ali a memória desses objetos e suas diferente possibilidades sonoras, dadas por materiais e cores que sugerem ritmos diferentes para cada obra.
129 x 80 x 9 cm aberto / 69 x 80 x 13 cm fechado
Pelúcia, mdf, isopor e tecido polipropileno.
Foto Filipe Berndt [:pt]Em Cases (2022) Banfi constrói objetos que preveem o acondicionamento, transporte e proteção para um único disco de vinil. No entanto, só há ali a memória desses objetos e suas diferente possibilidades sonoras, dadas por materiais e cores que sugerem ritmos diferentes para cada obra.[:en]In Cases (2022) Banfi builds objects that provide packaging, transport and protection for a single vinyl record. However, there is only the memory of these objects and their different sound possibilities given by materials and colors suggesting different rhythms for each work.[:]Pelúcia, mdf, isopor e tecido polipropileno.
Foto Vermelho129 x 80 x 9 cm aberto / 69 x 80 x 13 cm fechado
Pelúcia, mdf, isopor e tecido polipropileno.
Foto Filipe Berndt [:pt]Em Cases (2022) Banfi constrói objetos que preveem o acondicionamento, transporte e proteção para um único disco de vinil. No entanto, só há ali a memória desses objetos e suas diferente possibilidades sonoras, dadas por materiais e cores que sugerem ritmos diferentes para cada obra.[:en]In Cases (2022) Banfi builds objects that provide packaging, transport and protection for a single vinyl record. However, there is only the memory of these objects and their different sound possibilities given by materials and colors suggesting different rhythms for each work.[:]Pelúcia, mdf, isopor e tecido polipropileno.
Foto VermelhoPelúcia, mdf, isopor e tecido polipropileno.
Foto Vermelho“Em 2012 eu tive a sorte de presenciar a gravação da Elza Soares cantando Aquarela do Brasil para o disco Sonzeira – Brasil Bam Bam Bam, produzido por Gilles Peterson e Kassin. Foi uma experiência inigualável.
Pedi ao Gilles para usar o “take” onde Elza mais se emociona, e que eles não iriam usar no disco, para pensar alguma obra e ele topou. Eu, na época queria a voz da Elza acapella, mas o violão tinha vazado no microfone da voz e não tinha como separar.
No ano passado retomei o projeto. Com um novo plug-in, foi possível separar o violão da voz da Elza e após uma visita à fábrica de disco Rocinante, do meu amigo Pepe Monnerat, pensei em uma coleção discos “pintados” com a voz da Elza acapella.
Entrei em contato com o Pedro Loureiro, empresário da Elza, para contar do projeto e ele achou a ideia linda e me deu todo o apoio. No dia 19 de janeiro de 2022 fui para a fábrica e passei o dia com a equipe desenvolvendo uma maneira de juntar partes coloridas de LPs descartados e resíduos de polímeros criando pinturas únicas. Elza partiu no dia seguinte.
Sou muito agradecida a todos que participaram deste projeto, tornando-o possível” – Chiara Banfi
“Em 2012 eu tive a sorte de presenciar a gravação da Elza Soares cantando Aquarela do Brasil para o disco Sonzeira – Brasil Bam Bam Bam, produzido por Gilles Peterson e Kassin. Foi uma experiência inigualável.
Pedi ao Gilles para usar o “take” onde Elza mais se emociona, e que eles não iriam usar no disco, para pensar alguma obra e ele topou. Eu, na época queria a voz da Elza acapella, mas o violão tinha vazado no microfone da voz e não tinha como separar.
No ano passado retomei o projeto. Com um novo plug-in, foi possível separar o violão da voz da Elza e após uma visita à fábrica de disco Rocinante, do meu amigo Pepe Monnerat, pensei em uma coleção discos “pintados” com a voz da Elza acapella.
Entrei em contato com o Pedro Loureiro, empresário da Elza, para contar do projeto e ele achou a ideia linda e me deu todo o apoio. No dia 19 de janeiro de 2022 fui para a fábrica e passei o dia com a equipe desenvolvendo uma maneira de juntar partes coloridas de LPs descartados e resíduos de polímeros criando pinturas únicas. Elza partiu no dia seguinte.
Sou muito agradecida a todos que participaram deste projeto, tornando-o possível” – Chiara Banfi
Ø 30 cm
Vinil Foto Filipe Berndt [:pt]“Em 2012 eu tive a sorte de presenciar a gravação da Elza Soares cantando Aquarela do Brasil para o disco Sonzeira - Brasil Bam Bam Bam, produzido por Gilles Peterson e Kassin. Foi uma experiência inigualável. Pedi ao Gilles para usar o “take” onde Elza mais se emociona, e que eles não iriam usar no disco, para pensar alguma obra e ele topou. Eu, na época queria a voz da Elza acapella, mas o violão tinha vazado no microfone da voz e não tinha como separar. No ano passado retomei o projeto. Com um novo plug-in, foi possível separar o violão da voz da Elza e após uma visita à fábrica de disco Rocinante, do meu amigo Pepe Monnerat, pensei em uma coleção discos “pintados” com a voz da Elza acapella. Entrei em contato com o Pedro Loureiro, empresário da Elza, para contar do projeto e ele achou a ideia linda e me deu todo o apoio. No dia 19 de janeiro de 2022 fui para a fábrica e passei o dia com a equipe desenvolvendo uma maneira de juntar partes coloridas de LPs descartados e resíduos de polímeros criando pinturas únicas. Elza partiu no dia seguinte. Sou muito agradecida a todos que participaram deste projeto, tornando-o possível” – Chiara Banfi[:en]“In 2012 I had the luck of witnessing a recording of Elza Soares singing Aquarela do Brasil for the album Sonzeira - Brasil Bam Bam Bam, produced by Gilles Peterson and Kassin. It was a unique experience. I asked Gilles if I could use the take where Elza gets emotional - and that they weren’t going to use for the album - to think of an art piece. He loved the idea. At the time I wanted Elza’s voice acappella but the guitar leaked into the voice’s microphone and I had no way of separating them. Last year, with a new plugin we managed to separate the guitar from the voice, and I started thinking about the project again, and after a visit to a friend’s record pressing plant, I thought of a collection of “painted” records with Elza’s voice. I got in contact with Pedro Loureiro, Elza’s agent telling him about the project, he found the idea beautiful and gave me full support. On the 19th of January of 2022 I went to the pressing plant and spent the day with their team creating a way of unifying the colored parts of residual polymers and pieces of vinyl to create unique records. Elza passed away the next day. I am so grateful to everyone that was part of the project and helped made it come true” – Chiara Banfi[:]42 x 390 x 4 cm
Aquarela e permanganato de potássio sobre papel de aquarela e pedras de ágata Foto Filipe Berndt42 x 390 x 4 cm
Aquarela e permanganato de potássio sobre papel de aquarela e pedras de ágata Foto Filipe Berndt