Verbo
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VERBO 2017
Mostra de Performance Arte (13ª edição)
11 a 15 julho, 2017
Galeria Vermelho e Galpão VB

A Galeria Vermelho apresenta, de 11 a 15 de julho de 2017, a 13ª edição da Mostra de Performance Arte VERBO.

Mostra anual criada pela Vermelho em 2005, a VERBO chega à sua 13ª edição com a apresentação de ações de artistas brasileiros e estrangeiros selecionados a partir de 220 projetos recebidos entre os meses de dezembro de 2016 e março de 2017. A seleção dos projetos ficou a cargo de Thereza Farkas, diretora de programação da Associação Cultural Videobrasil, de Carolina Mendonça, diretora de teatro e coreógrafa, e do diretor artístico da VERBO, Marcos Gallon. Mendonça e Gallon foram responsáveis também pela escolha da coreógrafa e dançarina Clarissa Sacchelli para a 1ª edição do projeto Temporada de Dança Videobrasil - http://site.videobrasil.org.br/residencias/temporadadedanca.

Com formato interdisciplinar, o projeto busca fomentar aproximações entre dança, performance e artes visuais a partir de um período de imersão e pesquisa no acervo de obras do Videobrasil. O resultado da pesquisa realizada por Sacchelli nos últimos quatro meses será apresentado no Galpão VB, sede do Videobrasil, nos dias 06 e 08 de julho, às 20h, e no dia 15 de julho às 18h30 como parte do programa da VERBO 2017 (lista completa das ações abaixo).

A programação da VERBO 2017 conta ainda com uma mostra de vídeos, organizada por Thereza Farkas, a partir de obras do Acervo Videobrasil. Farkas selecionou 5 trabalhos que dialogam diretamente com o conteúdo dos projetos enviados para a seleção da VERBO 2017, da qual a curadora fez parte. O programa Acervo Vidoebrasil para VERBO 2017 será apresentado na Sala Antonio da Vermelho e contará com obras de Alice Miceli, Rodrigo Cass, Luiz Roque, Akram Zaatari e Tiécoura N’Daou Mopti.

As ações que compõem a VERBO 2017 serão apresentadas na Vermelho e também no Galpão VB. De 11 a 14 de julho, na Vermelho, serão apresentadas ações de Alexandre D’Angeli (São Paulo), Anthony Nestel (Bruxelas - Amsterdam), Arnold Pasquier (Paris), Aurore Zachayus (Paris), Bruno Moreno (São Paulo), Carlos Monroy (Bogotá – São Paulo), Célia Gondol (Paris), Cristian Duarte em Companhia (São Paulo), Dora Smék (São Paulo), Flavia Pinheiro (Recife), Guilherme Peters (São Paulo), Grupo EmpreZa(Brasília, Goiânia, Rio de Janeiro, São Paulo), Isabella Gonçalves (São Paulo), Janaina Wagner (São Paulo), Jorge Lopes (Américo Brasiliense), Julha Franz (Porto Alegre), Luanda Casella (São Paulo - Bruxelas), Maurício Ianês (São Paulo), Mauro Giaconi (Buenos Aires – Cidade do México), Old Masters (Genebra), Pontogor (Rio de Janeiro), Renato Sircilli (São Paulo), Rodrigo Andreolli (São Paulo), Rose Akras (São Paulo – Amsterdam), e Victor del Moral (Cidade do México).

Já no dia 15 de julho, data de encerramento da VERBO 2017, o Galpão VB receberá as ações de Clarice Lima (São Paulo), Jorge Lopes (Américo Brasiliense), Julia Viana e Luciano Favaro (São Paulo), e Clarissa Sacchelli (São Paulo). Após a apresentação de Sacchelli, ocorrerá uma conversa aberta ao público entre a artista e a curadora do Centro Georges Pompidou Isabelle Danto moderada por Carolina Mendonça.

A VERBO 2017 tem apoio da Fundação Suíça para a Cultura Pro Helvetia, do Consulado da França em São Paulo, do Institut Français, da Sec. de Relaciones Exteriores, da Agencia Mexicana de Cooperación para el Desarrollo, Forum for Live Art – FLAM, Basis for Live Art – BLA, Mondriaan Fund, Basico.com, Stella Artois e Stad Gent.

AGENDA VERMELHO

11/07 – 20 as 23H

Sala Antonio: Acervo Videobrasil para VERBO 2017: O Corpo Erótico
Alice Miceli: Jerk Off 02 – Projeto dízima periódica (2007)
1’47’’
Como figurar o espaço infinito entre dois pontos? Fazendo referência ao clássico filme de Andy Warhol Blow Job (1964), a obra, integrante da série Dízima Periódica, parte deste princípio matemático para criar uma imagem do gozo sexual, situação ligada aos limites da experiência e da imaginação. Recusando a lógica do instantâneo, investe na imagem do que não é retratável. Afastando compreensões ingênuas do tempo presente, nos apresenta uma medida estilhaçada por uma das mais universais e cotidianas atividades humanas.

Ações:

Carlos Monroy: Re-Formando a Fé: 33 Reformances invisíveis (2015).
Série de 33 Reformances idealizadas uma para cada ano de vida do artista. Todas elas têm como característica principal a invisibilidade e o passar do tempo. Durante a ação, Monroy disponibilizará fichas com informações sobre cada um das 33 Reformances para que o observador faça sua escolha. Depois disso, ele deverá fotografar Monroy com uma câmera Polaroid. A imagem produzida será imediatamente exposta no hall de entrada da galeria, onde ocorrerá a ação. Além disso, o observador poderá também ligar para um número de telefone e ouvir de uma assistente de Monroy textos escritos por diferentes pessoas sobre o conteúdo de cada ação.
www.carlos-monroy.com/

Mauro Giaconi: Línea Necia (2016).
As intervenções de Mauro Giaconi invadem o espaço expositivo criando um conflito na estrutura arquitetônica do local. Misturando-se com os elementos funcionais da edificação, as ações de Giaconi apontam para um dilema entre realidade e representação.
www.maurogiaconi.com

Victor del Moral: Puro rollo, bla, bla, bla ... (to be titled) (2012-2016)
O artista lê do topo do prédio da Vermelho um poema de uma única linha escrito em um rolo de papel de 100 metros de comprimento. O papel se acumula sobre a caixa de som que propaga a voz do artista. A linearidade do texto é quebrada. Não há outro acesso a ele além da sua própria fragmentação. O texto torna-se escultura.

Guilherme Peters: Escola sem partido (2017).
Na madrugada do dia 31 de março de 1964, um golpe militar foi deflagrado contra o governo legalmente constituído de João Goulart. Escola sem Partido retoma esse fato histórico para abordar o golpe de Estado perpetrado por parlamentares – deputados e senadores – envolvidos em casos de corrupção, em 2016.
http://www.galeriavermelho.com.br/pt/artista/4062/guilherme-peters

Bruno Moreno, Isabella Gonçalves e Renato Sircilli: ninguém (2017).
“Duas pessoas entram em um acordo de não proteção pelo desejo de alcançarem um corpo que se permita agir para nada. Uma tentativa de abandonar o que se é, em busca do milagre de se tornar ninguém.”

Grupo EmpreZa: Defumação (2014).
Em Defumação, oito performers trajando vestimentas empresariais, roupas e máscaras de couro rústico fazem uma “procissão” que é guiada pelos defumadores que carregam no turíbulo incenso e esterco de vaca seco.
http://www.grupoempreza.com/

Grupo EmpreZa: Vila Rica (2009-2017).
Vila Rica aborda questões como dualidade, fronteiras e margens.
http://www.grupoempreza.com/

12/07

Sala Antonio (13 – 23h): Acervo Vidoebrasil para VERBO 2017: Auto-imagem
Rodrigo Cass: Narciso no Mijo (2006).
6’
O artista urina no chão e com o reflexo cria um autorretrato. Fugindo do trágico fim do mitológico Narciso, o autor seca a urina com um ferro de passar, e sua imagem desaparece com o vapor.

Ações, 13 as 23h

Carlos Monroy: Re-Formando a Fé: 33 Reformances invisíveis (2015).
Ação continuada (descrição acima)

Ações, 20 as 23h

Dora Smék: Transbordação (2015).
Um paredão de mulheres lado a lado, em pé, vestindo calças e roupas sóbrias inspiram e expiram em uníssono.
Transbordação pretende trazer para o campo expositivo a efemeridade da performance e dos tempos fisiológicos do corpo; traduzir em experiência estética coletiva a multiplicidade, com o objetivo de problematizar a posição da mulher no contexto atual.
https://www.dorasmek.com.br

Rose Akras: Blank (2017)
Sem pintura, sem escrita, sem cor, sem formatação.
http://www.basisforliveart.com/index.php?id=7

Jorge Lopes: O Falecimento da Escuta (2017).
O falecimento da escuta é uma ação criada a partir de movimentos que aparecem com frequência em autorretratos. O artista interage com terra fazendo alusão à sua descendência. Segundo ele, o ato de expandir e contrair o próprio corpo sugere uma crítica à quase ausência de artistas negros no campo da arte atual.

Julha Franz: Mulher-espinho (2017).
Com mil e cem percevejos, a artista se transforma em Mulher-espinho. O corpo nu gera defesas, uma armadura como resposta a ataques de gênero e a violência cometida contra a mulher.

Victor del Moral: Livro-máscara (2017).
A ação consiste na leitura coreografada de textos que abordam o ato de ler e escrever. “Quero enfatizar a casa como livro, o livro como casa, e o livro como máscara para encarar a realidade”.

Flavia Pinheiro: Diafragma: dispositivo versão Beta (2014).
Diafragma dispositivo versão beta é uma performance manifesto construída a partir de dispositivos low tech e de tecnologias obsoletas. A ação exacerba a obsolescência desses dispositivos ao trabalhar com a impossibilidade. O movimento quando funciona já não serve mais. Um elogio à gambiarra e a precariedade.
http://cargocollective.com/flaviapinheiro/Diafragma-Dispositivo-versao-Beta

13/07

Sala Antonio (13 – 23h):
Acervo Vidoebrasil para VERBO 2017: Trans
Luiz Roque: Ano Branco (2013).
Vídeo
6’49’’
Ao ampliar sua pesquisa artística, pontuada pela obra O Novo Monumento, o artista põe em evidência a interdependência entre corpo e espaço e, por conseguinte, entre sexualidade e espaço — este entendido sob todas as suas dimensões. De uma suposta palestra de Paul B. Preciado, em que sexo, gênero e sexualidade são reconhecidos pelos seus usos políticos, ao enredo em que uma transexual vivencia o ano de 2031, o filme coloca a liberdade do corpo como elemento-chave na definição das próprias liberdades individuais. Em um momento de conturbação sociopolítica, ilustra-se o ambiente das clínicas públicas para o tratamento de transexuais, lugar que brevemente será extinto e no qual a personagem é examinada. Simbolicamente, a desativação desses ambientes oficiais e a absorção das clínicas estéticas dos tratamentos de mudança de gênero e sexo passam a ser registradas na história como o Ano Branco, momento de radicalização política e autonomia do corpo.

Ações, 13 as 23h

Carlos Monroy: Re-Formando a Fé: 33 Reformances invisíveis (2015).
Ação continuada (descrição acima)

Ações, 17 as 23h:

Alexandre D’Angeli: Vestindo Hiatos (2017)
Performance com duração de 8 horas consecutivas, Vestindo Hiatos estabelece uma reflexão acerca dos fenômenos de vacância e especulação imobiliária, e sua relação com os processos de ocupação organizada e de gentrificação. Com base nessas ideias, o artista propõe uma ação em que doze camisas brancas previamente bordadas com pontos soltos podem ter suas tramas desfeitas pelo observador ao longo da ação. Vestidas uma a uma ao longo de cada hora, as peças bordadas apresentam plantas arquitetônicas de edificações ocupadas ou que estão no perímetro da especulação imobiliária.
http://alexandredangeli.com/

Ações, 20 – 23h:

Célia Gondol: Slow (2014)
Slow é uma peça de dança que qualquer pessoa pode facilmente experimentar por não estar relacionada com um contexto específico de coreografia. A ação propõe de maneira simples uma relação de afeto, sedução e de ternura: duas pessoas se movendo simultaneamente durante uma canção.
Assistant for Verbo: Lynda Rahal
http://celiagondol.com/Slow

Aurore Zachayus, Janaina Wagner, Pontogor: Mágica (2017).
Tendo como gatilho os acordos e inversões conceituais e visuais inerentes ao ato de executar uma mágica – no universo da mágica o espectador do truque sabe que será enganado, aceita ser enganado, entrega-se ao engano, abisma-se com o engano e diverte-se com o engano. Para a ação foram elaborados cinco truques de mágica. Ursula Southeil, a mágica, jogará um jogo do além, trucado, em que cada previsão narrativa levará a uma mistura espectral onde passado, presente e porvir estarão mesclados num emaranhado de histórias, verdades, mentiras e fatos.

Arnold Pasquier: O amor moderno [Minhocão], (2017).
A ação, que mistura cinema e performance, integra a série intitulada pelo artista Modern Love. A série propõe a invenção de um caso de amor relacionado a paisagem e a arquitetura específica de determinadas cidades. Nesse caso, a cidade é São Paulo e o local, o polêmico Minhocão (Elevado Presidente João Goulart), onde o artista captará todo o conteúdo filmografico num único plano sequência.
https://fr.wikipedia.org/wiki/Arnold_Pasquier

Anthony Nestel: The Seafroth Knows Neither Pain nor Time, (2017)
Coreography: Esther Arribas
Na ação, o artista convida o público a refletir acerca de questões contemporâneas relacionadas com o atual deslocamento de refugiados e sobre o racismo que constitue a pauta da extrema direita em acensão nos dias de hoje.
http://www.basisforliveart.com/artist.php?id=202

14/07

Sala Antonio (15 – 23h):
Acervo Vidoebrasil para VERBO 2017: Gesto em Relação
Akram Zaatari: The End of Time (2013).
14’14’’
Nesta coreografia para dois amantes, encenada por três figuras, o artista cria
um retrato silenciosamente poético de romances abortados entre homens que tentam se amar e dividir seus pertences. O trabalho aborda as dinâmicas do desejo masculino como uma cadeia infinita de começos e fins, que tristemente aponta para a impossibilidade de manter viva a paixão diante do tempo e da realidade. Os encontros entre os amantes se desenrolam sempre em um espaço branco, abstrato, enquanto o som indica que outro mundo existe para além desse não-lugar, infinito como um cenário de sonho. A doação dos pertences que encerra os diálogos, no entanto, guarda uma esperança e um aceno ao futuro, representado pelo conjunto de fotografias que – heranças do desejo –, um amante invariavelmente dá para o outro.

Ações, 13 as 23h:

Carlos Monroy: Re-Formando a Fé: 33 Reformances invisíveis (2015).
Ação continuada (descrição acima)

Ações, 20 – 23h:

Rodrigo Andreolli: Remote Dance (2017).
Uma dança-ritual realizada à distância, de forma remota, na qual duas ou mais pessoas, em localidades diferentes, movem-se simultaneamente numa tentativa de comunicação sutil no invisível. Os corpos são ativados como instrumentos em uma composição de autoria indeterminada, compartilhada por aqueles que dançam e também por aqueles que observam. A partir do exercício da escuta profunda (deep listening), esta prática busca uma improvisação emergente do continuum espaço-tempo e apoia-se nos efeitos da teoria sobre o emaranhamento quântico dos corpos. Neste plano de existência, somos todos afetados pelas ações uns dos outros, a informação circula e está acessível em diferentes graus de sensibilidade. Como treinar nossos corpos para podermos ampliar a superfície de contato? Como mover-se dentro deste plano pode alterar o nosso movimento?

Cristian Duarte em companhia: O que realmente está acontecendo quando algo acontece? (2017).
A combustão inicial provoca uma rápida ascensão, que a certa altura explode violentamente.

Old Masters: Constructionisme (2015).
Com a ação Constructionisme, Marius Schaffter e Jérôme Stünzi propõem assumir o poder sobre a construção da realidade. Antes da apresentação pública da ação, os artistas criam objetos de estudo a partir do zero, dando-lhes forma numa perspectiva radical de artesania. Quando chega o momento, Marius Schaffter apresenta, analisa e disseca as esculturas produzidas. Meticuloso, erudito e apaixonado, ele reconstrói o significado que está no fundo - ou na superfície - desses objetos.
http://cargocollective.com/oldmasters

Luanda Casella: Short of Lying (2017).
Short of Lying é uma performance sobre bullshit (enganação, trapaça, impostura, deturpação, falcatrua, distração, blefe). São diversas as estratégias retóricas aplicadas ao discurso do bullshitter — o manipulador da mídia, o político corrupto, o impostor profissional, o neurocientista marketeiro, o empresário da indústria farmacêutica, o líder religioso, o vidente. Neste trabalho, essa forma de discurso é abordada por uma perspectiva literária e comparada ao discurso de diversos narradores ficcionais não confiáveis: aqueles que fornecem informação imprecisa, contraditória ou questionável ao leitor para evocar sua simpatia, muitas vezes obscurecendo as esferas da ética, do conhecimento e da percepção de maneira altamente criativa.
www.luandacasella.com

Grupo EmpreZa: Contrato (2017).
Na ação, uma pedra é aquecida durante horas em uma fogueira. Os performers vestidos com trajes formais se unirão por meio de sangue e fogo.
http://www.grupoempreza.com/

Maurício Ianês: Velar (2017).
Velar é uma ação concebida para ser executada por um grupo de participantes que irão, aos poucos, lotar o espaço expositivo, de modo que nele não sobre nenhum espaço vazio. Os visitantes da exposição que estiverem no espaço serão capturados em meio aos participantes. Uma vez que a sala estiver lotada, os participantes começarão um movimento de respiração intenso e contínuo. A ação instaura um jogo de poder entre indivíduos e coletivo, revelando as relações entre obra, espectador, corpo e espaço institucional.
http://www.galeriavermelho.com.br/pt/artista/77/maur%C3%ADcio-ian%C3%AAs

15/07 – 11 as 17h

Sala Antonio:
Acervo Vidoebrasil para VERBO 2017: O corpo ritualístico
Tiécoura N’Daou Mopti: Danse des Masques en Pays Dogon (2014).
9’40’’
A obra mostra uma das mais importantes cerimônias da região do Dogon, no Mali: a procissão de mascarados que acontece durante o funeral de um patriarca. Os mascarados simbolizam os espíritos das florestas e prestam homenagem ao falecido com um ritual de dança chamado Dama, que o auxiliaria em seu caminho rumo à terra dos antepassados. No final do filme, os meninos parecem brincar, ensaiando participações futuras no ritual da cultura que os viu nascer.

AGENDA GALPÃO VB:

15/07 – 17h

Julia Viana e Luciano Favaro: Exposição rodante solo sul (2017).
Exposição rodante solo sul é uma exposição móvel e temporária que consiste em abordar os conceitos de território e fronteira a partir da experiência de atravessamento, tendo como dispositivo a presença dos artistas e do próprio automóvel, que percorreu o continente sul-americano, onde são expostos vídeos, fotografias, uma horta e uma biblioteca.
http://estadodacultura.sp.gov.br/evento/5731/

Clarice Lima: Coreografia (2016).
Coreografia é um dispositivo criado para tencionar as coreografias involuntárias que usamos para nos deslocar em espaços de convivências de galerias, museus, teatros, centros culturais e demais áreas de grande afluxo de pessoas.
www.claricelima.org

Jorge Lopes: O Falecimento da Escuta (2017).
O falecimento da escuta é uma ação criada a partir de movimentos que aparecem com frequência em autorretratos. O artista interage com terra fazendo alusão à sua descendência. Segundo ele, o ato de expandir e contrair o próprio corpo sugere uma crítica à quase ausência de artistas negros no campo da arte atual.

Clarissa Sacchelli: Boas Garotas (2017).
Boas garotas investiga relações entre vídeo e performance, entre público e trabalho artístico, explorando o erotismo como modo de questionar e excitar as ligações entre ver e ser visto.
De Clarissa Sacchelli em colaboração com Carolina Callegaro, Luisa Puterman e Renan Marcondes.
https://clarissasacchelli.wordpress.com/
*Temporada de Dança Videobrasil

Conversa aberta ao público com Clarissa Sacchelli e Isabelle Danto, curadora do Centro Georges Pompidou, mediada por Carolina Mendonça.

VERBO 2017 – Mostra de Performance Arte (13ª edição)
11 a 15 de julho, 2017
Galeria Vermelho - Rua Minas Gerais, 350, São Paulo - Tel.: 11 3138-1520
Galpão VB - Av. Imperatriz Leopoldina, 1150, São Paulo – Tel.: 11 3645-0516
www.galeriavermelho.com.br/pt/VERBO - http://site.videobrasil.org.br/galpaovb